Sunday, December 17, 2006

O RIO QUE DESAGUA ONDE NÃO SEI


A morte
é como um rio
que desagua
onde não sei.

Prezo-me apenas
da triste certeza
de um dia
ir na corrente.

Inocêncio Pinga-Amor

Thursday, December 07, 2006

Pesados Retratos do Eu


À noite, deitado, sozinho
Esfrego os olhos e sorriu para a lua
Entrego ao vento a dor de existir
E o poder de querer saber perder-me
Afogado em pesados retratos do Eu.

Pché 05